Por: Matheus Ferrante Basso – 8o.ano

            Era uma noite de sexta-feira 13 chuvosa, muito chuvosa, quando um crime fatal e estranho aconteceu em Londres, no Reino Unido.

            Corriola tinha se formado detetive há uma semana e foi notificado para investigar o crime fatal acontecido na noite do dia 13.

            Estava ansioso e nervoso ao mesmo tempo, mas aceitou o pedido de Malancastro, seu chefe, e decidiu investigar o estranho caso.

            Ele pegou sua Kombi e foi até o apartamento onde a fatalidade aconteceu. Corriola contava com a ajuda de um delegado de polícia, o Royone Moura, que o esperou na entrada do edifício.

            Corriola entrou no apartamento, e já viu muito, mas muito sangue no chão e, infelizmente Somália, a mulher de Malancastro, jogada no chão já morta.

            Imediatamente, Royone já apontou dois suspeitos, Morgan Zump, o irmão de Somália que morava no andar de baixo, e Dedé Zambini, o jardineiro, que estava fazendo o serviço no apartamento naquele momento.

            A vítima estava com uma faca de cortar carne enfiada bem direitinho em seu pulmão.

            O novo detetive achou estranho o comportamento de Royone, pois ele não estava ajudando em quase nada, estava com um comportamento suspeito, estranho e também já havia sido enfermeiro há um bom tempo (o que explicaria a faca estar enfiada direitinho no pulmão), além de já estar no apartamento quando o Corriola chegou, sendo que a delegacia ficava bem distante dali, por isso demoraria muito para chegar no lugar combinado. Por isso, decidiu apontar o delegado, ex-enfermeiro, como suspeito também.

            Corriola então decidiu interrogar todos os suspeitos, incluindo Royone. Após Morgan Zump e Dedé Zambini já terem dado seus depoimentos, com nada de estranho nos pronunciamentos, chegou a vez de Royone.

            Royone então, inconformado com a acusação, depôs, e não aguentou a pressão após as muitas   perguntas de Corriola, sentiu-se encurralado e se entregou à polícia, contando que matou Somália por raiva e ciúmes, por ela não ter se casado com ele, mas sim com Malancastro, o seu irmão.

            O detetive se sentiu super feliz e importante, pois tinha concluído com sucesso seu primeiro caso e, por sinal um caso complicado e bem estranho!