Por: Eduarda C. da Silva – 8o.ano

No dia 7 de Setembro de 1960, Jonas Havia chegado em sua nova casa, após 2 dias de viagem, saiu da Virgínia e foi para o Brooklyn. Eram aproximadamente seis horas da tarde, o cheiro de pão fresco dominava as ruas: A casa era grande e antiga, digna de grandes produções cinematográficas.

Cansado, deitou-se na cama e caiu no sono, sem nem mesmo arrumar as coisas antes. Quando acordou por volta das 2 da manhã e, como estava com sede, foi até a cozinha pegar um copo de água.

No caminho para lá, Jonas viu algo que o paralisou e o fez gelar: um corpo morto no chão. Ele manteve sua visão fixa no cadáver. Jonas não se movia, sua respiração estava ofegante.

Enquanto refletia sobre o ocorrido, Jonas teve um ataque de pânico, gritou alto, mas tão alto que talvez até a China ouvisse. No meio do grito, ele acorda: o que teria acontecido?

Ele correu para o corredor onde o cadáver estava, e nada. Seria um sonho? Mas foi tudo tão real. Desespero definia sua situação. Bebeu sua água.

No dia seguinte, á noite, Jonas estava indo para seu quarto, quando, no fim do mesmo corredor já conhecido, ele viu um corpo em pé. Como não é bobo, correu para seu quarto, usando um caminho alternativo. Na cama, estava com medo, portas trancadas. Morar ali já não era uma boa ideia.

Naquela noite teve diversos pesadelos e, agora sim, estava decidido a mudar de casa, isso não estava acontecendo com ele! Arrumou todas as suas coisas rumo a um novo lar. Mas quando ia sair de casa, morreu. Ninguém sabe como ou o porquê, mas a casa ganhou fama de assombrada. Mas seria mesmo? Se sim, o que o espirito queria? Essas são perguntas que jamais serão respondidas