Michael Collins

Ateliê de História “50 anos da chegada do Homem à Lua” – Cauã de Paula Ewbank e Lucca Lozano Ferrarezi – 8º ano Resedá

Michael Collins nasceu em Roma, na Itália, no dia 31 de outubro de 1930. É filho de um general do exército americano James Collins, então adido militar da embaixada americana na capital italiana. O pai de Michael servira em diversas partes do mundo onde, então, passara parte da sua adolescência, como em Porto Rico, base temporária do pai, onde fez seu primeiro passeio de avião.

Com a entrada dos EUA na II Guerra Mundial em 1941, ele volta com a família para Washington e entra para as forças armadas americanas, e, seguindo o caminho dos homens de sua família, escolhe a Força Aérea para fazer carreira. Nos anos 50, serviu como piloto de combate junto às forças americanas da OTAN na Europa.

Estudou em Washington, na escola Saint Albans e diplomou-se em Ciência pela Academia Militar de West Point. É tenente-coronel da Aeronáutica. escolhido como astronauta da NASA em outubro de 1963, fora reserva no voo da Gemini-7 e piloto da Gemini-10. Nas horas vagas, quando jovem, gostava de pescar e jogar bola. Foi casado com Patrícia Finnegan com quem teve três filhos.

Collins ouviu a seguinte pergunta de um jornalista, em outubro de 1963, a respeito de suas esperanças para o futuro, e respondeu sem qualquer hesitação: “Eu gostaria de ser o primeiro homem na Lua.” Quase seis anos depois, ele fora premiado com um dos três bilhetes para a missão pioneira da Apollo-11, mas a ironia da sorte impediu que ele se aproximasse a mais de 100 quilômetros do satélite, uma vez que sua tarefa era pilotar o módulo lunar de comando em órbita, enquanto seus dois companheiros desciam na Lua.

É claro que isso não diminuiu em nada a importância de sua participação na façanha e seu nome, juntamente com os de Armostrong e Aldrin, entrara, igualmente, para a história. Quando era criança, Collins foi descrito por um professor como “um menino muito tranquilo, senhor de si, imperturbável, mas com algo de travesso nos olhos”. Ele continuava assim na idade adulta.

Era o mais calado dos 52 astronautas da NASA e sua mulher o definira como “um homem de poucas palavras”.Durante o voo de três dias da Gemini-10, que ele pilotou em julho de 1966, as comunicações para a Terra eram escassas, fato que fez com que um porta-voz da NASA dissesse aos jornalistas: “esse é o grupo menos conservador que já fora ao espaço.”

E compensação, Collins agia muito: caminhara duas vezes no espaço vazio, acoplou a nave ao veículo lunar Âgena, mudou de órbita e juntou-se a um segundo Âgena. Suas ações valeram-lhe um luga na Apollo-11.

Fonte de pesquisa: Revista Manchete – Edição Histórica de agosto de 1969.